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Serão 3 mil pontos de acompanhamento nos 27 municípios da área de concessão

Atuar de forma preventiva e ágil para manter o abastecimento de água, e a coleta e tratamento de esgoto em 27 cidades no estado do Rio de Janeiro. Esta é a principal função do Centro de Operações Integradas (COI) que a Águas do Rio instalou na sede da concessionária, no centro da capital do Rio de Janeiro.

Antes mesmo do início da operação plena, a empresa já conta com alta tecnologia na gestão e inteligência dos dados. O investimento em torno de R$ 10 milhões para a implantação COI, incluindo os sensores de pressão da água e outros equipamentos e softwares, irá impactar na eficiência operacional, na transparência das informações e na regularidade dos serviços prestados para mais de 10 milhões de fluminenses, ou seja, transmitindo confiabilidade na operação e credibilidade aos clientes.

O COI da Águas do Rio já é a maior estrutura montada pela Aegea, grupo do qual a concessionária faz parte, que é líder no setor privado de saneamento básico – com 56% do mercado no país.

“Já estão funcionando cerca de mil dataloggers, que são equipamentos instalados em pontos estratégicos do sistema de distribuição de água, que enviam informações para o COI sobre algumas variáveis, como pressão. A previsão é que até o fim do ano sejam 1.600 aparelhos. O centro de controle integra uma equipe dedicada 24h por dia para acompanhamento e tomada rápida de decisões. A tecnologia empregada possibilita que os profissionais identifiquem qualquer alteração nos sistemas de água e esgoto e imediatamente acionem a equipe de operação para ação preventiva e/ou reparo ágil. Ou seja, vamos saber do problema antes do cliente reclamar”, explica o diretor presidente da Águas do Rio, Alexandre Bianchini.

Quando a companhia estiver em efetiva operação dos sistemas, também será possível acionar remotamente bombas, válvulas, comportas e outros equipamentos, e dependendo da demanda não será necessário o envio dos agentes de campo ao local.

“Neste momento de operação assistida as informações estão sendo fundamentais para compor e validar nosso planejamento estratégico para o início da operação plena. Estamos mapeando áreas de abastecimento intermitente para que as intervenções aconteçam de acordo com cronograma de obras e melhorias. Os dados já estão sendo disponibilizados inclusive para a Cedae”, afirma o diretor operacional da Águas do Rio, Luiz Couto.

Informação em tempo real – Em torno de 24 mil dados são analisados, diariamente, por meio de envios realizados virtualmente pelos equipamentos, a cada uma hora. Com inteligência artificial e atuação dos profissionais qualificados do COI estas informações são compiladas formando um histórico do comportamento do sistema de abastecimento de água e de esgotamento sanitário.

“Conseguimos identificar a pressão da água em todos os pontos em que há o datalogger e mensurar o cenário das áreas ao redor. Com este panorama, vemos pontos em que a água está disponível com pouca frequência e outros que têm alta pressão contínua, além da média normal. Com estas observações as intervenções que a Águas do Rio irá realizar serão mais assertivas, com objetivo de equacionar o abastecimento, otimizando a distribuição de água, evitando perdas e, principalmente, fazendo com que a água chegue na casa de todos os cidadãos”, ressalta Fernanda Barreto, coordenadora de operações do COI.

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